No ano de 2067 a terra já foi devastada pelas alterações climáticas. Já não existem plantas nem oxigénio natural e os humanos são obrigados a respirar O2 sintético para poderem sobreviver. Mas o O2 está a pô-los doentes e a humanidade não vai durar muito mais se não conseguir encontrar uma solução alternativa. É então que criam uma máquina do tempo que prova que no futuro o ar voltou a ser respirável. Mas a máquina só consegue enviar uma pessoa, e a mensagem que recebem é clara: tem de ser Ethan Whyte. Porquê, ninguém sabe. Ou será que sabem?
2067 é um filme de ficção cientifica de 2020 que fala de um tema que eu acho particularmente interessante: viagem no tempo. É curiosa a forma como as personagens são influenciadas pelo seu próprio eu do passado e do futuro. A história deste filme está bem construída e as personagens são razoavelmente credíveis, mas admito que é um pouco estranha a forma como o mundo mudou tão totalmente e, ao mesmo tempo, continua igual em tantas coisas. Admito ainda que a personagem de Ethan Whyte, apesar de ser o típico herói, não me conquistou. É demasiado parado, demasiado acomodado, tem demasiadas desculpas.
Este é, basicamente, um filme muito mediano. Recomendo. 2*